The global power shift

Já houve um tempo onde poderíamos nos sentir seguros porque nossa tribo era mais forte que a outra tribo, nosso país era mais forte que o país inimigo. Interconexão. Em um mundo onde estamos intimamente interligados, essa não é mais uma realidade.

O que acontece em um país do outro lado do planeta reflete no nosso país. E por refletir, não devemos entender como efeitos macroeconômicos ou efeitos de longo prazo. São impactos que alteram o dia do cidadão comum, das ruas por onde passamos, da saúde, segurança, capacidade de suprir e proteger nossa família.

Alguém tem uma gripe no México e o aeroporto de Guarulhos é fechado. Protestos políticos em Ancara (Turquia) inspiram protestos socioeconômicos em Recife.

O que podia ser lido (e compreendido como uma teoria por vir…) nos livros de Relações Internacionais no final do século XX e início do século XXI como Globalização – interdependência, conexão, impossibilidade de um país (ou indivíduo) atuar sozinho, hoje, é realidade palpável a todos os cidadãos e cidadãs, em todos os recantos do Mundo.

E o poder – relações geopolíticas? Vivemos um momento da história (que é cíclico) onde o poder está mudando não apenas de mãos, mas de forma – e em uma velocidade jamais vista na história da humanidade.

O vídeo a seguir é a apresentação de Paddy Ashdown, ex-membro do Parlamento Britânico e diplomata comprometido com a cooperação internacional, durante a TEDxBrussels. TED – Technology, Entertainment, Design – é uma instituição (ou canal, ou comunidade) criada em 1984, não lucrativa, cuja missão é difundir idéias de valor (Ideas Worth Spreading).

Recomendo não apenas o vídeo (abaixo), mas também conhecer outras sessões, vídeos e artigos e  do TED.

“O sucesso para a diplomacia é compreender
que nós dividimos o destino de nossos inimigos”
Paddy Ashdown

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Uma resposta to “The global power shift”

  1. Severina do Carmo Says:

    Olá, Edson, é prazeroso me encontrar diante destas reflexões, que nos colocam a visão atual de viver neste planeta, como num cadinho, numa sala cheia de espelhos e câmeras, onde os sopros do vento já não refrescam o cotidiano, surpresos ventos com calor de explosões constantes, onde ao comer um pedaço de qualquer coisa, sei que mudou totalmente sua essencia. Abraços sempre, vamos em frente, mantendo nossa memória inteira e serena.


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