Gol.d – despertando sonhos adormecidos

Dilma Silva - Gol.d Projeto Entre Amigos para CrescerO pleonasmo no título deste post é proposital… os Grupos de Oportunidades Locais e Desenvolvimento (Gol.d) têm nos permitido conhecer e compartilhar belas histórias de pessoas que retomaram seus sonhos, abandonados por dificuldades financeiras ou outras razões.

Sonhos que adormeceram há algum tempo, e despertam agora, com uma nova esperança, conhecimentos, força, motivação, e apoio mútuo das pessoas que compõem o Gol.d destas mulheres (e homens) batalhadores. Durante o I Encontro Municipal de Gol.d, realizado em Mossoró, no dia 12 de dezembro de 2011, tive a honra de conhecer uma destas mulheres batalhadoras, e colher seu depoimento.

Maria Dilma Batista da Silva, 38 anos, divorciada, tem dois filhos: um com 11 anos que vive com ela, e outro com 20 anos que vive em São Paulo. Trabalhando como empregada doméstica, seu sonho adormecido era conseguir uma renda independente através do artesanato. Com um empréstimo de apenas R$ 50,00 que obteve com seu Gol.d conseguiu retomar esse sonho.

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Ética Comércio Solidário – Matéria na Revista do Trabalho (MTE)

A Revista do Trabalho, uma publicação trimestral, desenvolvida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em sua edição Jul/Ago/Set de 2011, abordou as temáticas do Comércio Justo e Economia Solidária.

Gabriel Belmont - Gerente de Negócios da Ética

Esta edição contou com a participação da Ética – Comércio Solidário e do Art Gravatá com empresa e grupo associativo, respectivamente, além de citá-las como referências na modalidade de comércio.

Além disso, a matéria aborda um breve panorama do Sistema Nacional de Comercialização Solidária e ações executadas pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES), através do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A matéria com participação da Ética inicia na página 24, mas toda a publicação traz conteúdos atualizados e interessantes. A plataforma de leitura online (FlashPageFlip) é de leitura agradável, rápida, e organizada.

Segue abaixo o link da matéria online:

http://www.mte.gov.br/revista/edicao11/digital/default.html

Para maiores informações entre em  contato  com  Gabriel Belmont –  Gerente de Negócios da  Ética (  gabriel_belmont@wvi.org ) , ou  acesse:

www.eticabrasil.com.br
www.mercadojusto.com.br

Comércio Justo ou Comércio Menos Injusto?

O termo justiça (do latim iustitia) se refere à igualdade entre todos os cidadãos. É a busca pela preservação e garantia dos direitos, legalmente ou litigiosamente falando. Em outras palavras, é buscar igualdade nos direitos dos cidadãos, seja através da lei, seja através de uma convenção social, do hábito.

Para Aristóteles, justiça representa tanto legalidade quanto igualdade. A partir deste pensamento podemos tentar compreender o Comércio Justo como processos comerciais que ocorrem de acordo com a lei, mas buscando a igualdade entre todas as partes que estão envolvidas.

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O Comércio Justo não “ajuda” pequenos produtores e artesões

Na região sul da Índia, mais especificamente nos Estados de Tamil Nadu, Andhra Pradesh e Keral, os pedintes nas ruas vêem até você e dizem: “Dharmam”. A tradução desta expressão está longe de ser “uma esmola, por favor”.

Recepção em comunidade indiana, Kanchepuram, Tamil Nadu

Dharmam (Dharma em hindu e em sânscrito) significa justiça. Os pedintes, ou as pessoas necessitadas, clamam por justiça. Justiça na divisão das riquezas, no acesso a direitos básicos e fundamentais, nas oportunidades e no espaço para crescer.

Mas não é através desta justiça – a esmola – que será possível alterar as condições sociais e financeiras dos menos favorecidos no Sul da Índia. Não é esta justiça pontual que transformará sua vida. Da mesma forma, não é essa justiça, essa “ajuda”, que o Comércio Justo almeja alcançar, seja na Índia, no Brasil, ou em qualquer outro país.

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